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8 de março de 2012

Mulheres Cristãs e o Dia Internacional da Mulher

 

 

Hoje se comemora o Dia Internacional da Mulher. Para a grande maioria dos brasileiros, apenas mais uma data convencionada pelo mundo ocidental. Já para o comércio, um ótima oportunidade de bons negócios devido a expectativa de boas vendas. Contudo, para o movimento feminista, uma data histórica de uma antiga luta por direitos iguais entre homens e mulheres; um marco da resistência de um ideal libertador, igualitário, comunista, porém utópico.  - Você disse comunista? Isso mesmo. Poucos conhecem a história, mas o Dia Internacional da Mulher possue profundas raízes históricas ligadas aos ideais revolucionários socialistas.

O primeiro “Dia da Mulher” (“Woman’s Day”)  aconteceu em 1908 em Chicago, com a presença de 1500 mulheres. Foi um dia dedicado à causa das operárias, denunciando a exploração e a opressão contra as mulheres, defendendo a igualdade entre os sexos e a autonomia do lado feminino, incluindo o direito ao voto. Entretanto, foi na Alemanha, que Clara Zetkin, propôs na 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, o Dia Internacional da Mulher, que a partir de 1922 teve o dia 08 de março como data oficial e mundialmente conhecida.  

O Lado Feminino da Força

O movimento feminista iniciado no século passado cresceu em influência e permanece sustentando as mesmas reivindicações originais. Bandeiras históricas como a divisão do trabalho doméstico, salário igual para trabalho igual, o combate à violência doméstica, a reivindicação de creches para todas as crianças e a defesa da legalização do aborto continuam na ordem prioritária das “viris” feministas.

Conhecendo a história percebemos porque a fábula do Escorpião e o Sapo torna-se perfeitamente aplicável  a esse contexto. Deixe-me explicar. É impossível exigir uma postura bíblica de uma sociedade que defende pressupostos visivelmente alienados de Deus e sua Palavra. “Diz o insensato em seu coração: Não há Deus”. (Sl 14.1). Como assim?

Se uma jovem cristã decide hoje casar virgem, contraria o conceito feminista da liberdade sexual. Para que se guardar para um homem se você tem direito sobre seu corpo e é livre para fazer sexo com quem quiser, seja homem ou mulher? Por que sustentar uma gravidez indesejada se você pode decidir abortar na hora e no tempo que quiser, independente do período de gestação?  Por que ser tola e ficar em casa cuidando do esposo e dos filhos se você pode conquistar sua liberdade trabalhando fora?

É por essa razão, que os governos, a mídia, escolas e universidades, o homem e a mulher comuns, porque emancipados moral e espiritualmente de Deus sempre defenderão uma visão totalmente distorcida do papel que Deus estabeleceu na Criação para o homem e a mulher. Palavras como submissão, obediência, liderança masculina, auxílio idôneo, defesa à vida,  nunca serão aceitas como a Bíblia ensina, mas serão compreendidas, defendidas e substituídas pelo feminismo como uma tentativa machista de escravizar e oprimir as mulheres no mundo.

E a Mulher Cristã, como fica?

Esta é uma boa pergunta, porque alguns elementos da luta das mulheres não são essencialmente perigosos ou ruins. A Bíblia não proíbe que as mulheres estudem e votem nos seus governantes e condena todo e qualquer tipo de violência contra mulher. Como parte mais frágil, seu marido deve amá-la como Cristo amou a sua Igreja. Perceba que este é um padrão extremamente elevado! Outro exemplo interessante é que longe de oprimi-las ou escravizá-las, os homens cristãos devem liderar pastoralmente suas esposas à medida em que elas auxiliam em obediência amorosa seus maridos.

Penso que o grande desafio para a Igreja de Cristo na atualidade é resgatar o papel do homem e da mulher segundo a Palavra de Deus. Estamos sofrendo um processo destrutivo dos padrões e fundamentos da masculinidade e feminilidade bíblica. Homens pensando, falando, andando e se vestindo como mulheres, envolvidos num perigoso processo de feminilização. Enquanto as mulheres vivem travando uma verdadeira disputa contra o sexo oposto em todas as áreas da vida. Um exemplo claro disso ocorre nas igrejas cristãs. O abandono da verdade bíblica pelos ideais feministas abriu espaço para as mulheres assumirem a liderança de igrejas locais negligenciadas pelos homens, como também promoveu a ordenação feminina ao ministério pastoral. Sinceramente, não encontro nenhuma passagem na Bíblia que me ensine que o Pastor deve ser esposa de um só marido.

Se a cosmovisão das mulheres cristãs está sendo moldada pelos pilares de fundação do Dia Internacional da Mulher, receio que não temos muito o que comemorar, antes, pelo contrário, deveríamos corar de vergonha, pois nada tem a ver com a mulher virtuosa de Provérbios 31, que antes de qualquer coisa, tem Jesus Cristo como centro da sua vida, preocupa-se em seguir a Palavra de Deus e molda a sua vida para sua família, não trocando sua missão gloriosa por escritórios, arquivos, emails ou caixas.

Alan Kleber

3 de junho de 2011

O HOMEM CRISTÃO CONTRA O MUNDO!

O princípio de Deus concernente à liderança masculina sobre a mulher é uma das doutrinas mais incompreendidas das Escrituras Sagradas. Por causa disto, duas atitudes pecaminosas e antibíblicas são assumidas pelos homens dentro da família, Igreja e sociedade.

A primeira é a omissão total do seu papel de líder. Como é desastroso um marido omisso que não toma as rédeas de seu próprio lar, deixando de conduzir a esposa e os filhos por meio da autoridade concedida por Deus, causando insegurança e instabilidade emocional e prática nos que habitam o lar. É sofrível também contemplar uma igreja onde as mulheres são obrigadas a assumir o papel que não lhes pertence pela omissão dos homens. São os “bananas” que criam vacância no espaço do poder, obrigando ou favorecendo as mulheres a assumirem o papel exclusivamente masculino, promovendo a inversão pecaminosa daquilo que o Senhor ordenou para a economia familiar, social e eclesiástica.

A segunda é a manifestação machista que provém do chauvinismo asqueroso onde o homem se sente no direito de, não apenas se sentir melhor, mas agir como se a mulher estivesse abaixo dele. É a falsa sensação de superioridade que inexiste na estrutura divina. É o pecado do orgulho que afronta a santidade do Senhor Deus, levando-o à ira e à indignação. Neste caso encontramos a violência contra a mulher que tanto ocorre no Brasil. Homens que violentam mulheres são asquerosos e sequer devem ser vistos como pessoas, são animais que devem viver em jaulas.

Mas onde está o equilíbrio bíblico? É aqui que encontramos um terreno minado onde se deve ter o maior cuidado para não ser mal interpretado, ao mesmo tempo em que se deve andar firmemente nas Escrituras e somente nela construir o fulcro seguro para a perfeita compreensão desta realidade funcional.

Nesse contexto, gostaria de tratar esse complexo assunto em quatro reflexões sobre o que significa a autoridade masculina e, por inferência, o que significa a submissão feminina:

1. A autoridade masculina não tem o direto de suprimir as qualidades femininas:

Muitos homens pensam que liderar é o mesmo que desvalorizar. Acham que possuem o direito de impor o seu comando à mulher que, por sua vez, deve se resignar à sua condição de empregada ou objeto sem valor. Não é difícil perceber como este comportamento é pior que o adotado nas repartições de trabalho onde há o respeito e a consideração por todos e por todas.

Mesmo que muitos não aceitem, a mulher possui dons e talentos que devem ser reconhecidos e até estimulados. A capacidade dada por Deus faz com elas sejam mestras do bem1, instrutoras da verdade2, inteligentes na administração da casa3, negociadora e lucrativa4, para citar apenas algumas. O marido bíblico é aquele que reconhece e incentiva a atuação da mulher dentro da sua esfera de atuação, pois é exatamente isso que Deus faz quando coloca sobre nós os ministérios do Reino, Ele nos dá liberdade de atuação dentro da nossa esfera de atuação.

2. A autoridade masculina faz do homem um servo da mulher:

Muitos homens certamente torcerão o nariz aqui, mas é isso mesmo o que as Escrituras ensinam. Comecemos com algumas palavras do Senhor Jesus:

Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.5

Ouçamos um pouco mais do Mestre:

Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou. Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.6

Agora vejamos o que Paulo nos ensina:

Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.7

Minha pergunta é: será que estes princípios não se aplicariam ao relacionamento entre o homem e a mulher? Bem que muitos homens de belial pensam mesmo que não, mas para desespero deles, a resposta é clara e indubitável: sim, os textos supracitados se aplicam ao relacionamento entre um homem e uma mulher!

Vejamos outra passagem importante de Paulo:

Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo. E as mulheres sejam ao seu próprio marido, como ao Senhor...8

Note que Paulo menciona a submissão da mulher como conseqüência da submissão mútua no Corpo de Cristo, logo, em certa medida, as atitudes do marido para com a mulher devem ser as de um servo. O marido deve servir a mulher, e o que diferenciar disso é pecado do egoísmo e do orgulho. Por falar nisso, vejamos a terceira reflexão.

3. A autoridade masculina suprime a vontade egoísta e o orgulho do homem:

Quando Paulo menciona sobre como o homem deve liderar a mulher, ele diz:

Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo. Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo...9

Todos sabem que o segundo grande mandamento fala do amor ao próximo que deve ser igual ao amor próprio, e é exatamente este princípio que Paulo aplica aqui. O amor do marido à sua mulher deve esmagar os seus desejos particulares e egoístas e, ao mesmo tempo, preservar a esposa o máximo possível. Na prática, o marido deve cuidar do bebê por toda a madrugada para que a mãe descanse sem perturbação, deve lavar a roupa da casa quando a família não dispõe de uma máquina de lavar, deve lavar a louça quando possível, deve fazer a faxina pesada do final de semana, deve participar ativamente da criação e da disciplina dos filhos. Ou seja, o marido deve se gastar ao máximo para preservar sua mulher sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante.

Nenhum marido deve se esconder no seu trabalho fora de casa usando o cansaço como desculpa para satisfazer a preguiça e ficar como um reizinho no centro do lar enquanto sua companheira dá duro. A autoridade do homem deve fazer com que ele diga: “deixe isto por minha conta, meu amor, relaxe enquanto eu pego no pesado aqui em casa”.

O objetivo da liderança masculina é glorificar a Deus e proteger a mulher, mesmo que ele tenha que dar a vida para isso. É sempre bom lembrar que a mulher se submete ao Senhor, à Sua proteção e cuidado, e o instrumento para esta proteção e cuidado é o homem.

4. A autoridade masculina existe somente porque Deus assim determinou:

É risível saber que existem homens que acreditam piamente que Deus os colocou na liderança por seus méritos masculinos. Muitos também dizem que Deus é homem. Ora, Deus é espírito santíssimo que não se submete a nenhum gênero, quer seja masculino ou feminino. Se para comunicar os seus atributos, Ele utiliza as características masculinas, o mesmo Ele faz utilizando as características femininas ao se comparar, por exemplo, às mães que geram e amamentam. Mas nem por isso devemos afirmar o absurdo que Deus é mulher. O mesmo absurdo ocorre com aqueles que atribuem o gênero masculino à pessoa de Deus. Portanto, tal argumentação é fraca e inconsistente. O princípio bíblico da autoridade masculina na economia do lar, da Igreja e da sociedade é regido pela lei da primogenitura. O homem veio primeiro, logo ele é o líder. Também a posição de poder não faz da mulher um ser inferior de acordo com que Paulo diz:

Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo. (...) Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem. Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem. (...) No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher. Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus.10

Portanto, não há mérito, mas graça pactual naquilo que o Senhor determinou para o funcionamento e a interdependência encontrados nos relacionamentos familiares, eclesiásticos e sociais. E mesmo que haja homens tolos que neguem este princípio, é bom lembrá-los de um texto iconoclástico para a época em que foi escrito, um texto de Paulo que diz:

Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.11

Quero concluir esta postagem dizendo que a posição do homem é muito, mas muito mais difícil que a da mulher. A responsabilidade é muito grande. Como é sério ter que cuidar de alguém e servi-la com todo amor e dedicação conforme a vontade do Senhor Deus. Por isso, homens crentes, lembrem-se da nossa responsabilidade, pois prestaremos contas ao eterno Juiz. Homens crentes, lembrem-se de que a mulher deve se submeter ao marido crente que a ama e que por ela se dispõe a fazer qualquer sacrifício, mesmo que isso traga um profundo gasto.

Tudo isso é difícil, porém possível!

Sola Scriptura
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1. Tt 2: 3
2. Pv 31: 26
3. Tt 2: 5
4. Pv 31 1 – 20
5. Mt 20: 25 – 28
6. Jo 13: 13 – 17
7. Fp 2: 3, 4
8. Ef 5: 17 – 22
9. Ef 5: 25 – 33
10. 1 Co 11: 3, 8, 9, 11, 12
11. Gl 3: 26 – 28

17 de maio de 2011

A MULHER CRISTÃ CONTRA O MUNDO!

Todos concordam que a macro cultura ocidental é responsável pela degeneração dos valores contidos no Evangelho, valores estes destinados à sociedade em geral. A invenção do ateísmo no século XIX demonstra até onde vai a depravação humana contra Deus conforme revelado na carta de Paulo aos Romanos, capítulos um e dois. Nesse mórbido contexto encontramos o que considero a mais nojenta ação humana contra a Lei divina: a relativização dos princípios imutáveis das Escrituras que adéqua o Evangelho às insanidades culturais. O sentido contrário é que deveria ser a regra: o Evangelho se impondo ao mundo.

Um exemplo disso é o papel da mulher na família e na sociedade. Antes de tudo quero reiterar minha total repulsa ao pecado do machismo onde o homem se acha no direito de apequenar a mulher diante da auto-afirmação masculina. Machismo é pecado e fere princípios básicos de relacionamentos conforme Gálatas 3: 28 e Efésios 5: 21 a 33, para citar apenas dois textos sagrados. Da mesma forma, o pecado do feminismo (aliás, todo “ismo” é pecado quando se coloca no lugar de Deus e da sua Lei) tem se alastrado mundo a fora, e a igreja, que caminha na retaguarda, tenta se adaptar em nome da política da boa vizinhança.

Fico estarrecido como o lugar funcional da mulher, segundo o mundo, está contaminando as igrejas, ruindo com a vontade de Deus. Vale lembrar que a família, segundo o Criador, é o microcosmo paradigmático ao mundo, isso mesmo, o lar cristão é o modelo para a igreja em geral e para a sociedade como um todo. Nesse sentido, quero refletir rapidamente sobre o papel da mulher crente na família, igreja e sociedade, Precisamos repensar qual é o modelo de Deus para a mulher nos dias de hoje. Vejamos três itens.
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1. A mulher deve criar os filhos e ser boa dona de casa: Eu sei que a sensação das pessoas que lêem um subtítulo como este é de desconforto e até mesmo indignação. Mas é exatamente isso que Paulo recomenda a Timóteo em seu ensino e pestoreio às mulheres:

Quero, portanto, que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não dêem ao adversário ocasião favorável de maledicência.” (1 Tm 5: 14)

Embora a recomendação seja às jovens viúvas, o princípio aplicado é geral. Toda mulher cristã deve saber administrar o lar, conduzindo-o ordeiramente. É uma lástima ver que tantas médicas, engenheiras, advogadas, psicólogas, secretárias executivas etc. são incapazes de cozinhar, passar, proporcionar e manter sua casa limpa e bem cuidada. Tais mulheres descumprem uma ordem clara do Evangelho quanto ao seu papel no lar. Pior quando não dispõem de tempo para cuidar de seus filhos (quanto a este assunto específico veja aqui). Podemos concluir que uma mulher cristã que não é boa dona de casa, é uma esposa/mãe antibíblica.

2. A mulher deve se sujeitar ao marido: Este é outro princípio que foi corroído pelo pecado social. O princípio de autoridade é claro em sua determinação funcional, lembrando que este princípio foi estabelecido pelo modelo da criação (1 Tm 2: 9 – 15). Paulo fala claramente sobre isso a Tito no tocante ao ensino e pastoreio:

Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada.” (Tt 2: 3 – 5)

O motivo da submissão é simples, para que as Escrituras não sejam difamadas. Todavia, é triste assistir à imitação (por parte da igreja e de seus lares) dos modelos sociais que até colocam uma mulher no lugar de maior autoridade da nação (sobre isto leia aqui e aqui). Se alguém duvida desta distorção, basta ver os cargos que as mulheres estão exercendo nas igrejas locais, e não me refiro às “pastoras”, “presbíteras” ou “episcopisas” (vulgarmente chamadas de “bispas”), eu me refiro aos púlpitos e às salas de aulas repletas de varões como alunos que possuem uma mulher à frente. Eu me refiro também ao cargo de presidência das sociedades domésticas e dos ministérios cujo rol inclui o gênero masculino.

São sutilezas amainadas pela contextualização secular. Paulo é enfático neste assunto ao ensinar que qualquer atitude que coloque em cheque a autoridade do homem sobre a mulher, por mais simples ou inofensiva que possa parecer, deve ser radicalmente banida. Ou seja, se em uma cultura, a mulher coloca em jogo a autoridade do marido pelo simples ato de perguntar algo em público na igreja, então ela deve permanecer calada e fazer perguntas somente em casa (1 Co 14: 34, 35; 1 Tm 2: 11 – 15).

É bom lembrar que as solteiras e viúvas devem possuir um homem que exerça autoridade sobre a sua vida. Esse alguém pode ser o pai, o irmão mais velho, o pastor etc.

3. A mulher deve ser recatada em seu traje: Esse assunto é complicadíssimo dentro da igreja. Sempre tenho ensinado ao meu rebanho que a mulher deve ser atraente, mas nunca sensual. O problema é que quanto mais as roupas diminuem de tamanho, comprimindo o corpo, mais a igreja se adapta a isso. É deprimente ver mulheres crentes vulgarizarem o corpo numa calça saint-tropez, numa blusa curta de alcinha, num vestido apertado que marca a roupa íntima ou numa mini-saia que mais revela do que esconde. Quanto a isso temos:

Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas).” (1 Tm 2: 9, 10)

O que Paulo está dizendo é que nenhuma mulher crente pode se vestir como as vulgares ou prostitutas da sociedade. Isso deve ser um imperativo numa sociedade que sexualiza crianças de até quatro ou cinco anos de idade.
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Será que esses itens supracitados chocam a nossa mente? A impressão que deixam é que são estruturados no radicalismo intransigente e arcaico? Em minha opinião, se alguém que se diz crente pensa assim é porque está longe do padrão da Palavra de Deus. Além do que, a própria sociedade laica deveria seguir este modelo na íntegra por se tratar de um padrão divino a todos.

Muitos cristãos têm se levantado contra as leis que favorecem a união homossexual ou contra a PLC 122/2006 ou outras decisões que escandalizam e golpeiam o coração e a mente do fiel. Tais lutas são legítimas e coerentes com o espírito do Evangelho. Mas eu creio que o problema na igreja é muito mais sutil e muito mais profundo, age como um câncer silencioso e assintomático que corrói a igreja por dentro. E nisto muitos estão em silêncio ou simplesmente estão de acordo.

Reafirmo que a família cristã é o modelo para a igreja que, por sua vez, é o correto modelo para a sociedade. Nós é que deveríamos estar na vanguarda sem abrir mão dos valores divinos. Mas o que percebemos é que as igrejas estão no final da fila tentando se adaptar ao mundo, ao mesmo tempo em que correm lamentavelmente atrás do prejuízo.

Que Deus nos fortaleça em nossas convicções e que a sua misericórdia continue pairando sobre nós.

Sola Scriptura.

29 de março de 2011

COMO ESCOLHER O FUTURO CÔNJUGE?

Quero mais uma vez tratar sobre namoro, tema bastante discutido aqui neste espaço. Primeiramente, desejo dizer que sou contra o modelo utilizado por nossa cultura brasileira, ou seja, um relacionamento recheado de beijos bucais e abraços eróticos que só promovem a excitação sexual e a defraudação. Recomendo as demais postagens sobre o assunto escritas por meus colegas aqui mesmo neste espaço virtual.

É preciso dizer que por namoro entendo aquele período de diálogo, oração e comunhão com os pais, período este destituídos de qualquer contato físico que promovam, por menor que seja, a excitação sexual.

A reflexão proposta aqui é sobre a escolha do futuro cônjuge, uma vez que muitos jovens cultivam dúvidas quanto ao assunto. Dúvidas que promovem a seguinte pergunta: “como saber a vontade de Deus para saber com quem devo me casar”?

Ao contrário daquilo que muitos pensam, esta importante escolha não ocorre por uma revelação vinda do alto ou por um sonho de uma noite de verão. Ela ocorre por uma utilização da inteligência que possui como lastro as Sagradas Escrituras e a confiança na ação de Deus que responde a nossa oração conforme o amor, a justiça e a misericórdia.

Indo direto ao assunto, quero propor aqui quatro critérios para a escolha daquele ou daquela que caminhará conosco até o fim da vida:

Compatibilidade de fé: Para que duas pessoas pensem em casamento devem, a rigor, saber que iniciar um relacionamento com descrente é, indiscutivelmente, estar em pecado diante do Senhor Deus. A Lei divina é clara quanto a isso: é proibido o ajuntamento entre um crente e um descrente. Muitos tentam relativizar este princípio indelével e caro ao Senhor que adotou para si mesmo a exclusividade de seus filhos. Mas o jugo desigual é abominação. Isto posto, também acredito que devemos pensar em jugo “desigual” (aspeado mesmo) entre duas pessoas que se denominam evangélicos. O ponto a se ponderar é a teologia envolvida que, via de regra, são opostas em aspectos que envolvem a eclesiologia (visão de igreja, liturgia, forma de batismo etc.) e pneumatologia (doutrina que trata do Espírito Santo). Não tenho dúvidas que o casamento entre um arminiano e um reformado ou entre um conservador e um pentecostal certamente gerará problemas no relacionamento salvo quando um abre mão completamente de suas convicções, pelo menos quanto às práticas. Quando alguém busca sua outra metade deve ter certeza de que a teologia envolvida é semelhante.

Anuência dos pais: A participação dos pais nesta escolha não se limita a um pequeno detalhe ou prática de somenos. Todo jovem crente deve pedir autorização do pai e da mãe, bem como dos sogros em potencial. A lógica é muito simples, trata-se dos futuros avós dos filhos que virão no futuro. Ambos serão parte ativa da família neste convívio que durará até a morte. Neste contexto alguns perguntam “e quando os pais não são crentes e proíbem movidos por motivos mesquinhos?” Bem, isso não dá liberdade para a desobediência. Lembremos aquilo que Salomão afirma: Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer” (Pv 21: 1). Isso significa dizer que assim como um humilde agricultor pode mudar o curso das águas de um riacho para regar a sua plantação, o Senhor Deus possui o coração do homem mais importante e temido da sociedade em sua mãos. Quando os pais, mesmo descrentes proibem, independente de suas motivações, o jovem deve orar ao Senhor para que mude o coração de ambos. Se for da vontade do Pai, haverá mudança, caso contrário, é melhor desistir.

Visão de futuro: Imaginemos o seguinte: a moça possui chamado para trabalhar no Camboja como missionária, já o rapaz pretende ser um profissional liberal na cidade onde vivem. Muitos diriam: “mas o importante é que se amam muito e, no final das contas, acertarão as arestas, certo?” Errado! Este critério deve ser descoberto com muita conversa, pois, das duas, uma, ou um desiste numa boa de seus projetos de vida, ou haverá grande frustração ao longo da vida. O período denominado de namoro não deve ser utilizado para contato físico, deve ser utilizado para muita conversa e oração para que venham a tona estas questões.

Tempo de namoro: Quando sinto fome, procuro comida. Quando sinto sede, procuro água (ou um refrigerante light). O mesmo princípio se aplica ao namoro pois quando desejo me casar, devo procurar alguém de Deus para isso. É absolutamente pouco inteligente alguém iniciar um namoro tendo como prioridade um curso acadêmico com duração de cinco anos ou a construção de uma casa pelo período de seis anos. Se alguém inicia um namoro significa que o casamento é sua prioridade zero num curto espaço de tempo. Ninguém deve namorar por um período menor que dois anos e mais de três anos. A falta de objetivos promove o relacionamento perigoso que, com o passar do tempo, leva ao pecado sexual (que vai do beijo bucal ao coito). Ninguém deve namorar por namorar, se se inicia o namoro, isso significa que o casamento passou a ser a minha prioridade zero quanto ao meu futuro. Lembro também que ninguém deve namorar com pouca idade. O correto é ele ter 21 anos e ela 20 anos no mínimo.

Concluo esta postagem fazendo os seguintes acréscimos: primeiro, em um relacionamento, a paixão deve ser o último critério a ser considerado, aliás, nem deveria ser critério para a escolha. Quando falo paixão, sentimento que se baseia apenas na atração física, isso não deve ser confundido com o amor, sentimento que inclui e ultrapassa a atração física, abrangendo todo o ser. Este amor completo, sim, deve ser utilizado como critério na escolha. Segundo, o homem deve sempre demonstrar maturidade com Deus maior ou semelhante a da mulher, nunca aquém. E, terceiro, sempre deve haver o acompanhamento e aconselhamento feito por um pastor ou um casal experiente.

Acredito que se os jovens crentes seguirem estes princípios, certamente terão grandes chances de constituir um matrimônio maduro e abençoado pelo Senhor Deus.

Sola Scriptura.

16 de dezembro de 2010

Pais e Filhos, companheiros de peregrinação

imagesA última vez que postei alguma coisa (e isso já faz um bom tempo!) compartilhei com vocês algumas questões práticas acerca da comunicação no casamento. Vimos que embora a batalha pela boa comunicação seja milenar, é possível que o casal cristão alcance vitória nessa importante área do casamento se ouvir a palavra do Senhor e praticá-la.

Respondendo alguns comentários, prometi escrever no futuro alguma coisa sobre o relacionamento entre pais e filhos. Confesso que o desafio se não for igual é ainda maior, pois do mesmo modo que a relação conjugal, o relacionamento entre pais e filhos está em crise. Crise de liderança da parte dos pais. Crise de rebeldia da parte dos filhos. O resultado? Problemas sérios de comunicação na família. Acho que por isso demorei a escrever sobre o assunto!

Então, pensei em escrever sobre o tema baseado no que Paulo ensina aos Efésios sobre a relação entre pais e filhos (Efésios 6.1-4). Paulo acredita que entre aqueles que ouviriam a leitura de sua carta nas várias igrejas estariam os filhos. Mas por quê? (1) Porque eles são parte importante do Pacto (Gn 17.7; At 2.38, 39). (2) Porque o Senhor Jesus os ama. Ele mesmo disse que dos pequeninos é o reino dos céus (Mc 10.13-16). É por isso que a Bíblia tem uma mensagem importante sobre esse tema.

UMA PALAVRA AOS FILHOS (6.1-3)

1. Uma mensagem simples e direta aos filhos (6.1). Eles devem obedecer a seus pais, e esta obediência deve ser motivada não somente pelo amor, gratidão e estima por eles. Embora tais motivações sejam muito importantes, a obediência deve ser “no Senhor, porque isto é justo”. Em outras palavras, porque eu amo ao meu Senhor Jesus Cristo, eu obedeço àqueles que ele escolheu para me pastorear. A ordem bíblica para a harmonia dos relacionamentos familiares é sempre a mesma. O meu amor e devoção a Cristo irá moldar o meu amor e honra para com meus pais.

2. Paulo fortalece o seu ensino por meio de uma referência à Lei de Deus (6.2, 3). Ele lembra aos filhos o 5º Mandamento para lhes explicar que honrar pai e mãe significa:

a) Amar. A Bíblia nos ensina que o amor e a obediência caminham juntos. O filho demonstra verdadeiro amor para com seus pais quando os honra.

b) Aceitar suas determinações com obediência. O amor é fruto da graça de Deus em nossas vidas, enquanto a obediência é a resposta de gratidão a esse amor. A submissão que um filho deve aos seus pais quando exercida no Senhor se fundamentará sempre em Deus e em sua Palavra.

c) Mostrar um espírito de respeito e consideração. O filho deve sempre respeitar seus pais, nunca envergonhá-los ou zombar de suas fraquezas e deficiências.

d) Demonstrar tudo isso tanto para o pai como para a mãe, porque ambos são iguais em autoridade para com seus filhos. Diante de Deus, amor, obediência, respeito e consideração são iguais quando um filho olha para seu pai e sua mãe.

Por que este é um mandamento tão importante? Porque Deus promete longevidade àqueles que honram a seus pais. A resposta se acha na promessa ligada a ele: “para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra”. O que acontece quando fazemos o contrário? Apresento pelo menos algumas consequências:

a) A Desobediência aos pais indica uma vida indisciplinada.

b) Conduz ao vício e a destruição.

c) Associado a outros pecados semelhantes, diminui a expectativa de vida. O grande número de mortes entre os jovens brasileiros é uma terrível prova disso.

Filhos indisciplinados representam a ruína para a família, para a igreja, para uma nação. A grande causa da desestruturação familiar, crise de autoridade na igreja e toda quebra de valores morais e éticos que enfrentamos em nosso país resultam de uma geração de filhos desobedientes e indisciplinados. Porque todos os problemas começam em casa, Paulo continua sua admoestação se dirigindo agora aos pais.

UMA ADMOESTAÇÃO AOS PAIS (6.4)

1. Paulo também apresenta uma orientação aos pais (6.4). Ele se volta em particular para os pais (embora com aplicação também as mães) e diz, “… não provoqueis vossos filhos à ira”. Paulo se dirige especialmente aos pais por duas razões: (1) porque como pastores de seus lares são responsáveis pela educação de seus filhos. (2) porque na maioria dos casos, os pais necessitam muito mais do que as mães desta admoestação bíblica. Na maioria das vezes, nós pais somos os principais culpados por provocar a ira no coração dos nossos filhos. Como assim?

(1) Quando protegemos excessivamente. Nada em excesso faz bem. Superproteger um filho irá estragá-lo. Não são poucos os que dizem: “Ah! Se meus pais não tivessem me protegido tanto, eu saberia andar de bicicleta ou nadar!”.

(2) Quando preferimos mais um filho a outro. O exemplo de Isaque e Rebeca servem como ilustração. Ele favoreceu mais a Esaú; ela preferiu mais a Jacó. O resultado? Você já sabe não é? (Gn 25.28).

(3) Quando desestimulamos e oprimimos. Nós somos muito bons em corrigir, mas duros e frios em reconhecer as coisas boas que nossos filhos fazem. Conheço um pai (que se diz cristão) que não aceita que seus filhos cheguem a casa com uma nota abaixo de 9,5. Seus filhos vivem oprimidos e desestimulados. Definitivamente, isso não é pastorear o coração dos filhos segundo Efésios 6.

(5) Quando somos negligentes. No conflito entre Davi e seu filho Absalão, quem você acha que falhou primeiro? A falha era somente de Absalão? Não foi também Davi parcialmente culpado por negligenciar seu filho (1 Sm 14.13, 28)?

(6) Quando usamos palavras ásperas e violência física direta. A disciplina física quando necessária deve ser feita em amor, nunca com violência. Crueldade e palavras ásperas cheias de humilhação são pecaminosas e criminosas.

2. Paulo conclui seu ensino confrontando o aspecto positivo com o negativo. Ele diz que ao invés de provocar em nossos filhos à ira devemos educá-los “… na disciplina e admoestação do Senhor”. O que aprendemos com isso?

a) Que antes de sustentarmos os nossos filhos com comida, boa educação e lazer, nossa obrigação é educá-los e discipliná-los para que temam ao Senhor. A provisão espiritual deve vir antes da material. Se jogamos mais bola ou vídeo game do que oramos e lemos a Bíblia com nossos filhos; se trocamos o Dia do Senhor pela praia, ou Shopping Center, estamos invertendo as prioridades.

b) Que a educação dos nossos filhos deve ser cheia de amor e brandura. Contudo, isso não exclui a firmeza (ver Hb 12.11). “Disciplinar” diz respeito especialmente ao que se faz ao filho, enquanto, “admoestar” envolve primariamente o que se diz ao filho. Admoestar é educar com eficiência por meio da comunicação, seja ela ensino, advertência ou estímulo.

c) Toda a disciplina e admoestação ao filho devem ser “do Senhor”, ou seja, toda a atmosfera em que a educação é dada deve ser tal que o Senhor possa colocar sobre ela sua benção aprovadora.

CONCLUSÕES PRÁTICAS

(1) Uma palavra aos filhos: Honrem seus pais como vocês honram ao Senhor. Amem a seus pais como vocês amam ao Senhor. Obedeçam a seus pais como vocês obedecem ao Senhor. Se fizerem isso os problemas de comunicação serão superados.

(2) Uma palavra aos pais: Cuidem para que seus filhos sejam criados com amor segundo a Palavra de Cristo. Exercitem a boa comunicação. Disciplinem e admoestem com um santo desejo de que eles sejam crentes e não se percam. O próprio coração da educação cristã é conduzir o coração da criança ao coração de Seu Salvador.

Pr. Alan Kleber